sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

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Daqueles dias...

Sexta-feira de carnaval, Ravi tá atacadíssimo, minha mãe tá sendo ela, mas Cecília tá no ápice da alegria de viver e eu recebi um vídeo com  Trem-bala tocando de fundo.


"Que a vida é trem bala, parceiro e a gente é só passageiro prestes a partir"

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

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Um dia perfeito

Eu tenho tanto para lhes falar, mas um misto de procrastinação e sensação de estar perdendo tempo falando sozinha não deixam.

Mas, porém, contudo, entretanto, sobretudo inspirada por esse post da Marina, decidi narrar meu dia ideal.
Eu acordo cedo, antes de todo mundo e vou para um cantinho da casa, acendo um incenso e medito por meia hora, os únicos sons que eu ouço são os passarinhos cantando.
Depois enquanto eu desço pra preparar o café da manhã, o pai acorda e arruma as crianças.
Na mesa do café tem suco, café, leite, Nescau, pão, manteiga e biscoito e as vezes até bolo.
Enquanto o pai leva as crianças pra escola, eu vou trabalhar até meio dia.
Almoçamos todos juntos, conversamos, e depois enquanto as crianças fazem suas tarefas, eu sento pra ler um pouquinho.
No fim da tarde eu saio pra correr. O bairro é tranquilo, tem bastante verde e eu consigo correr 5 km tranquilamente.
Antes das crianças irem pra cama, nós sentarmos no quintal, que tem uma horta e árvores frutíferas (maçã, laranja, acerola, limão e manga) e rimos, brincamos e observamos as estrelas.
Depois das crianças na cama, marido e eu temos tempo pra nós até a hora de dormimos tranquilos de que a vida está nos trilhos certos.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

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Baby friendly

No sábado eu iria participar de um Workshop para colocar em prática os planos de 2017, como esse workshop seria de 8:30 h às 16 h na Barra da Tijuca perguntei se eu poderia levar a Cecília, e a resposta me desmotivou "Pode levá-la mas considere que terão outros participantes no workshop e se o bebê começar a chorar ou fazer barulho você precisará ir para o andar de baixo para não atrapalhar os presentes."

Como assim se ela fazer barulho eu vou ter que ir pro andar de baixo????
Eu tenho bom senso, né? Se começasse um chororô desesperador que atrapalhasse eu ia sair, mas ir pra outro andar?

Óbvio que eu não fui ao workshop. Eu poderia ter deixado a Cecília com o pai, ele queria que eu tivesse feito isso, mas eu não conseguiria passar mais ou menos 12 horas (8:30 de worksho + 1:30 de ida + 1:30 de volta) de um bebê que mama em livre demanda.

As vezes ser mãe é um saco!

Nesse mesmo sábado em que eu deveria estar no workshop, eu estava no mercado e um pai na minha frente acompanhado de uma menina de mais ou menos 3 anos de idade estava passando as compras de olho no monitor da caixa, e ao fim deixou alguns itens, dentre eles uma cartela de danoninho. Guess what? A menina abriu o berreiro! Chorou muito, mesmo! E obviamente o povo começou a falar "Se fosse minha filha já tinha apanhado", "Meu filho nunca fez essas coisas.", E a resposta subiu na minha garganta.

Criança faz pirraça independente do seu nível de educação, naquele momento o pai tá tendo que lidar com a pirraça, com as sacolas na mão, a última coisa que ele precisava era de gente palpitando em como faria diferente.

O mundo é muito difícil para os pais, mas é ainda mais difícil para as crianças!

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

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Das voltas que a vida que da...

Faz tempo que não sento para escrever aqui com sentimento, daquelas postagens libertadoras e cheias de paixão.
Não sei ao certo o porquê.
Acho que com 2 bebês em casa acaba me faltando a tal paixão pela escrita.
Cecília é cheia de vida, engatinha pela casa toda, persegue as gatas (temos 3, 2 completando 3 meses hoje), anda por toda a extensão do sofá e da rack, dá abraços e faz carinho.
Ravi segue sendo meu filho perfeito, muito prestativo, engraçado e bem humorado, com um outro episódio de pirraça.
Eu sou toda paixão! Paixão pelas crianças, pela carreira que tá me esperando, por livros e passeios que ainda não fiz e pelo Mães & Mais.
Tá lindo lá, a página, o canal, é tudo feito com tanto amor e dedicação que dá gosto de ver.
Antes de descobrir a gravidez da Cecília eu estava criando um programa de coaching pra mães chamado "Multi Mães", era uma ideia que eu estava gerando com muito amor; seriam 10 sessões on line e eu as ofereceria para 10 mulheres totalmente grátis, porque apesar de aprender no curso que não se oferece de graça aquilo que você pretende usar de sustento eu queria mesmo ver esse projeto sair do papel, seria um teste.
Mas aí veio a Cecília, naquele susto todo e tudo bagunçou um pouco...
O Multi Mães ficou arquivado, o Mães & Mais veio inesperadamente, as crianças estão cada dia mais lindas e a vida vai seguindo em um ritmo diferente do que eu havia planejado, mas gostoso de seguir.

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

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"Não vai colocar um brinquinho?"

Cecília não tem as orelhas furadas e isso parece incomoda muito as pessoas...
Minha tia está no Brasil e ao perceber o não uso de brincos, quis saber o porque, mas ao ouvir minhas respostas sentenciou "Mariana é muito primitiva, nem os velhos pensam assim". Eu, particularmente, caguei pra opinião dela e segui o jogo.
No dia seguinte, ela mostrava sua coleção de óculos de sol (eu AMO óculos de sol) e enquanto eu experimentava começou o jogo:

- Se você furar a orelha dela eu te dou 3 óculos
-Não, obrigada
- Eu pago, compro um brinquinho de ouro.
-Não vou furar não, nem adianta me chantagear.

Saí do quarto, porque queria manter a paz de espírito, comentei que não entendia o porque desse desespero e obtive a resposta "É que ela parece muito com o pai"

MANO, SÉRIO???

E se furar a orelha ela vai perder a cara de Valber??? Eu hein...

Apesar que eu acostumei até, tem sempre quem diz que "é melhor furar logo"...
Enquanto eu não receber o memorando me informando que brincos são obrigatórios, segue o jogo...