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Time for change

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Tá na hora de mudar. Mudar o layout, mudar o banner, mudar um pouquinho o tema também.
Porque falar de maternidade é legal, mas eu quero falar de outras coisas também...
O número de leitores já caiu tanto que eu me acho no direito de falar de outras coisas sem medo ser feliz!!!!

Fico aqui no casulinho, mas já já sai um blogleta (ai que trocadilho uó) novinho em folha!!!

Mães & Mais

Essa semana eu bombei lá no blog, teve post sobre como cuidar dos cabelos crespos e cacheados e teve relato de perda.
Depois passem lá pra dar aquela moralzinha

Ame Joaquim

Joaquim tem 7 meses, é portador de uma síndrome rara DEGENERATIVA, com perspectiva de vida de 2 Anos, A.M.E como é conhecida.
Aos dois meses de vida teve parada cardio respiratória dentro de casa, ficou 21 dias na UTI. Se alimenta por sonda.
A doença levou todos os movimentos, levou o sorriso, levou a parte respiratória.
MAIS A DOENÇA NÃO LEVOU A COGNIÇÃO DELE.
Ele entende tudo, ele quer viver, ele quer correr, brincar.
DIA 23 de DEZEMBRO FOI APROVADO O ÚNICO MEDICAMENTO PARA TRATAR A DOENÇA.
Ele pode recuperar tudo que ele perdeu.

Com nossas campanhas e doações conseguimos 6,66 % do valor, mais ainda falta muito, pois o valor do medicamento é de 3 milhões de reais.

Você pode ajudar clicando aqui.
Pra conhecer melhor a história o Insta é esse aqui


Perdida em mim

Às vezes eu tenho a sensação de que o único lugar, não só na internet o único mesmo, onde eu posso falar claramente como eu me sinto sem que ninguém surja me dando a solução mágica de como resolver o problema. Eu vejo a maternidade mais ou menos como o mar, sabe? Você tá ali de boa curtindo a maré e de repente vem uma onde e te puxa num caixote de dar medo. Eu estava começando a curtir a marolinha de novo com Ravi, quando Cecília chegou como um ciclone e me sugou e por mais que eu tente voltar a superfície estou constantemente sendo sugada de volta para o ciclone que é ter dois filhos e me perdi de mim! Abandonei hábitos, desejos, adiei sonhos, troquei planos,mudei de ares e círculo social. As vezes eu relaxo e curto o ciclone, deixo que as águas agitadas da maternidade me carreguem, as vezes eu me debato tentando emergir, respirar.Tento implementar rotinas, familiares ou totalmente não relacionadas a maternidade, mas tenho falhado miseravelmente.Não tá fácil, viu?Cecília tem só 9 me…

Daqueles dias...

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Sexta-feira de carnaval, Ravi tá atacadíssimo, minha mãe tá sendo ela, mas Cecília tá no ápice da alegria de viver e eu recebi um vídeo com  Trem-bala tocando de fundo.


"Que a vida é trem bala, parceiro e a gente é só passageiro prestes a partir"

Um dia perfeito

Eu tenho tanto para lhes falar, mas um misto de procrastinação e sensação de estar perdendo tempo falando sozinha não deixam.
Mas, porém, contudo, entretanto, sobretudo inspirada por esse post da Marina, decidi narrar meu dia ideal. Eu acordo cedo, antes de todo mundo e vou para um cantinho da casa, acendo um incenso e medito por meia hora, os únicos sons que eu ouço são os passarinhos cantando.
Depois enquanto eu desço pra preparar o café da manhã, o pai acorda e arruma as crianças.
Na mesa do café tem suco, café, leite, Nescau, pão, manteiga e biscoito e as vezes até bolo.
Enquanto o pai leva as crianças pra escola, eu vou trabalhar até meio dia.
Almoçamos todos juntos, conversamos, e depois enquanto as crianças fazem suas tarefas, eu sento pra ler um pouquinho.
No fim da tarde eu saio pra correr. O bairro é tranquilo, tem bastante verde e eu consigo correr 5 km tranquilamente.
Antes das crianças irem pra cama, nós sentarmos no quintal, que tem uma horta e árvores frutíferas (maçã,…

Baby friendly

No sábado eu iria participar de um Workshop para colocar em prática os planos de 2017, como esse workshop seria de 8:30 h às 16 h na Barra da Tijuca perguntei se eu poderia levar a Cecília, e a resposta me desmotivou "Pode levá-la mas considere que terão outros participantes no workshop e se o bebê começar a chorar ou fazer barulho você precisará ir para o andar de baixo para não atrapalhar os presentes."

Como assim se ela fazer barulho eu vou ter que ir pro andar de baixo????
Eu tenho bom senso, né? Se começasse um chororô desesperador que atrapalhasse eu ia sair, mas ir pra outro andar?

Óbvio que eu não fui ao workshop. Eu poderia ter deixado a Cecília com o pai, ele queria que eu tivesse feito isso, mas eu não conseguiria passar mais ou menos 12 horas (8:30 de worksho + 1:30 de ida + 1:30 de volta) de um bebê que mama em livre demanda.

As vezes ser mãe é um saco!

Nesse mesmo sábado em que eu deveria estar no workshop, eu estava no mercado e um pai na minha frente acompanh…