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Mostrando postagens de Junho, 2016

"A culpa é sua!"

Desde que Cecília nasceu, eu me culpo por não poder dar ao Ravi a mesma atenção de antes.
Outro dia, eu estava com ele no colo e ela chorou, então deixei ele no sofá pra dar mamar a ela, ele me olhou e disse "Poxa, tô triste" e meu coração partiu.
Agora imaginem a carga de culpa que eu senti depois do dia de ontem...
Quando Ravi foi fazer o xixi da manhã, reclamou que o pinto estava doendo. Fui lá olhar e achei vermelhinho, pedi pro pai conferir e ele sentenciou "Acho que tá fechado." Como assim fechou? FYI: Na consulta de retorno de 2 anos, a pediatra passou uns exercícios pra soltar a pele e ele não precisar operar a fimose. Se fechou vamos ao PS, oras. Não tenho um pênis, mas imagino que fechar não seja algo bom. Tomo um banho, dou banho nele, mas o pai diz que é exagero meu, que o certo é a gente esperar ele fazer xixi e ver se está saindo. Ok...
Ele faz o xixi e no finzinho ele grita de dor e caem gotinhas de sangue. SANGUE! Ninguém me segura mais, hora de …

Ensaio Gestante

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Vamos parar de falar puerpério rapidinho pra ver minhas fotos? Vamos!!!

Eu fiz as fotos na Praia Vermelha, na Urca aos pés do Pão de Açúcar. Quem fez as fotos foram a Claudia e a Andrezza do Delicadezza Photos (Facebook, Instagram), caso você more em Petrolina ou em Salvador eu super recomendo as duas. Se você mora aqui no Rio, eu recomendo também, só ficar de olho em quando elas vêm... Vale a pena dar uma olhadinha nos perfis e babarem nas fotos, tem ensaios gestante, família e new born.
Isso não é ad, tá? Não ganhei nadinha pra elogiar as moças, a Andrezza eu só conheci no dia das minhas fotos, um amor de pessoa, agora a Claudia é madrasta do marido, minha madrinha de crisma e comadre dos meus pais!

Agora vamos a 10 fotinhos dos meu ensaio!!!











A maternidade

Ter um bebê é mais do que um ensaio new born e fotos fofas nas redes sociais.
A maternidade é difícil, e muitas vezes, solitária.
É o coque mal feito porque é o que dá tempo, a unha descascando, as olheiras, é parar de comer pra limpar bunda, é conferir no meio da noite se o bebê está respirando porque está muito tempo sem chorar, é a sensação de que se passar mais uma noite sem dormir a gente surta, mas passar assim mesmo.
É sentir falta de ser você, mas ao sair sem a cria não pensar em outra coisa.
É amar outra pessoa mais do que a si mesmo, um amor que chega dói.
É a vontade de tirar do caminho todas as dores, físicas e psicológicas.
É temer a morte, não por si, mas por medo do que possa acontecer aos seus sem você por perto.Não dá pra se preparar pra maternidade apenas escolhendo o tipo de parto, contratando um fotógrafo pra fazer desde o ensaio gestante até a festa de um ano. Tem que se preparar é pro puerpério!!!!
Não é mole e ninguém te avisa sobre ele, porque algumas mulheres…

Um montão de coisa

Lindonas, primeiro queria agradecer a todas que ofereceram um ombro amigo. Não respondi por falta de tempo, e não por falta de interesse. Ok?Vou voltar pra falar do puerpério que teve uns dias punk metal hardcore, mas agora salvo a privação de sono tá tranquilo.Estou numa fase bem louca da vida, durmo pouco, como frio, vez ou outra preciso lidar com duas crianças chorando, preciso me dividir em duas pra dar conta dos dois (teria que me dividir em quatro pra cuidar da casa e dar atenção ao marido e em cinco se contasse a faculdade), mas posso assegurar a vocês que nunca estive mais feliz. A experiência prévia me faz manter o foco de que esse início é NADA comparado com todo o resto. Ravi já tem 30 meses, ou seja, depois do primeiro mês caótico já tivemos mais 29. Volto depois pra dar uma resumida nesses primeiros dias...Beijo grande e obrigada pelo apoio.

Relato de Parto da Cecília

Acordei às 4 da manhã do dia 26 pra ir ao banheiro, mas percebi que a dor era outra, então sentei na sala e fiquei cronometrando de quanto em quanto tempo elas vinham. Em uma hora elas vieram de 5 em 5 minutos, mas não eram dolorosas, só incômodas.
Coloquei a playlist do parto pra tocar e fiquei na sala ouvindo música, cantando e dançando. As contrações continuavam de 5 em 5 e as dores não aumentavam.
Por volta das 6 da manhã tive uma crise histérica de riso, tal qual o Curinga do Batman, porque pensei em outro alarme false ou pior, pensei em passar o dia todo em trabalho de parto com dores cada vez mais fortes e daí gargalhei mesmo sozinha na sala.
Eram 7 horas quando decidi me mexer, tirei a roupa da corda, lavei a louça da janta e preparei o café da manhã.
Aí os meninos acordaram (talvez eu tenha feito barulho de propósito para eles acordarem e eu não tomar café sozinha, talvez não) e Ravi e eu tomamos café. Marido quando soube das contrações entrou no modo crazy e não quis comer…