Epifanias

Eu me lembro do dia que senti o tal amor incondicional a primeira vez, ou talvez o primeiro dia que eu notei que o sentia. Estávamos em Salvador, na varanda da casa do avô do Ravi, não tinha nada de espetacular na vista, apenas uma rua residencial, carros passando e tudo mais; eu estava pensando em como eu estava longe da minha casa e percebi que tudo que eu precisava estava ali no meu colo, naquele momento eu percebi que amava de mais o menino ravioli.
Esses dias eu estava sentada na sala, Ravi assistindo desenho e Cecília mamando, resmungando e fazendo algo que pode ser carinho e eu percebi que sinto a mesma coisa por ela. Eu só preciso deles 2 pra tudo estar bem no meu mundo.
Que louco, né?

O post de quando me descobri apaixonada pelo Ravi é esse aqui, caso você nunca tenha lido.

Comentários

  1. É muito interessante tudo isso. A gente ama, sabemos que amamos, mas quando nos damos conta do tamanho desse amor e na simplicidade (e complexidade) dele, nos sentimos plena, não é mesmo? E que delicia de momento que fica eternizado!

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