Falemos do 2º aniversário...já pode?

Tudo começou quando a Lalah postou isso aqui, e eu pensei..."Nossa, tá cedo ainda. Dá tempo de ver isso mais pra frente, né", aí depois a Suzy postou isso aqui e eu pensei "Ai gente...será?"
E lá fui eu, escolher tema, pensar em onde fazer, o que fazer, quantos chamar, mas não me batia aquele ânimo. Decidimos assim meio por cima, alugar um espaço no parque, fazer uma mesa no tema Safari com bolo, docinhos e só. O espaço nos daria direito a 10 pulserinhas e as crianças, sinceramente, não iam querer comer estando num parque de diversões.
Tudo ótimo, tudo lindo, tudo escolhido...
Mas aí minha mãe começou a dizer que 10 pulserinhas eram poucas e além dessas 10 melhor pegar mais 5 ou mais 10, "se não forem 20 crianças dá pulseira para os adultos". E daí marido começou a dizer que era melhor fazer do Homem Aranha, porque ele gosta do Homem Aranha. E eu comecei a dizer que tinha que ter salgado, e lembrancinhas, e isso e aquilo...Sem contar que todas as outras crianças iam aproveitar mais o parque que ele que só pode ir em meia dúzia de brinquedos e o desânimo me consumiu.
Vejam bem, a festa de um ano foi do jeitinho que eu queria que tivesse sido, salvo meio dúzia de 3 ou 4 que eu convidei por obrigação, de resto foi perfeito e por mim, todas as festas serão assim, pra divertir, não pra estressar.
Daí aboli a ideia do parque, das 20 pulseiras, das lembracinhas...
No dia vamos passear e no sábado um bolinho, pronto, perfeito...
Mas aí eu quero levar Matheus e Jaja juntos e marido meio que torce a cara, e minha mãe já planeja um churrasco pros mais íntimos e, os mais íntimos deles são mais gente do que eu planejo.
Ora bolas, Mariana o filho é seu o que sua mãe tem haver com isso? Mesmo quintal, amiguinhos, perto de mais, a distância ideal pra palpites.
Então agora meu plano é explicar minha mãe que só um bolinho não envolve churrasco, mais íntimos não pode passar de 25 e torcer pra que ninguém se aborreça ao fim dessa conversa.
Em novembro eu volto pra contar como foi...

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